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Violência Institucional até quando?
ONDJANGO FEMINISTA
Temos todos de refletir sobre isso e, sobretudo, buscar caminhos alternativos para uma mudança de quadro. Quantas mais mulheres terão de ser agredidas nessas condições para que hajam políticas públicas que promovam a justiça social de facto? Quantas mais pessoas neste país terão de viver em situação de precariedade socioeconómica para que se olhe para a realidade de vida difícil de muitas angolanas e angolanos? Quantas mais angolanas e angolanos não terão acesso sequer ao Bilhete de Identidade e ficarão privados de exercer plenamente a sua cidadania?
Para além da sobrevivência: Políticas económicas para equidade e justiça
POR ÂUREA MOUZINHO
São políticas económicas todas as intervenções do governo na economia, a fim de influenciar fundamentais económicos como a produção de bens e serviços, o desemprego, a taxa de inflação, entre outros. Em regra, as políticas económicas podem ser divididas em duas principais categorias: políticas macroeconómicas ou políticas microeconómicas, sendo estas últimas aquelas que dizem respeito à intervenção directa do governo para influenciar o desempenho de um sector específico da economia. P
Interface Económica: Comunidades Mineiras, Exploração Sexual de Meninas e Mulheres Jovens
POR MARIA MALOMALO
Apesar do evidente potencial financeiro do sector de mineração, mulheres e meninas continuam em risco. A província da Lunda Sul tem a maior taxa de gravidez na adolescência do país, fixada em 59,7%, de acordo com o relatório do Multi-Indicador de Saúde (2015-2016). As meninas adolescentes são expostas a esses impactos negativos para a sua saúde e a nível social devido ao conhecimento limitado sobre direitos e saúde sexual e reprodutiva, incluindo o uso de contraceptivos e falta de informações sobre mecanismos de denúncia em casos de abuso ou exploração sexual.
Políticas de protecção à Mulher no mercado Informal
POR INDIRA FÉLIX
O trabalho informal é, em si, gerador de assimetrias e desigualdades sociais, que tendem a ser reproduzidas, sobretudo, no trato de benefícios como a aposentadoria, inexistentes para a maioria dos sujeitos do caso em estudo, talvez por desconhecimento dos mecanismos para a adesão aos mesmos para a contribuição individual à segurança social.
ONDJANGO CONVERSAS: Resistência Económica das Mulheres
YouTube
Estão disponíveis no nosso canal YouTube conversas imperdíveis entre três mulheres brilhantes, Cecília Kitombe, Âurea Mouzinho e Indira Félix, sobre o contexto da resistência económica das mulheres em Angola, em particular as trabalhadoras do sector informal, tendo em conta as políticas socio-económicas e os direitos de protecção social. Não vais querer perder esta verdadeira aula com informações e dados muito relevantes para compreender o panorama social e económico do nosso país.
Nota de Repúdio Contra a Violência Machista nas Redes Sociais
O Ondjango Feminista manifesta veementemente a sua indignação e repúdio contra todas e quaisquer formas de violência machista que têm lugar nas redes sociais, em especial contra o discurso de ódio anti-feminista, lesbofóbico e misógino dirigido particularmente a mulheres que se assumem como feministas ou estão associadas a este colectivo.
A todas as mulheres que se sentem lesadas, ofendidas e ameaçadas por este tipo de violência, dirigimos a nossa mais sincera solidariedade. Não estão sozinhas. Juntas continuaremos a criar, a ocupar e a defender espaços para a afirmação da nossa pauta feminista de direitos, de justiça e de igualdade, tanto online como offline. Juntas continuaremos a envidar esforços para exigir do Estado políticas públicas que garantam a protecção da nossa liberdade de consciência e de expressão, bem como da nossa integridade e autonomia.
Violência Doméstica em tempos de isolamento social
POR LEOPOLDINA FEKAYAMÃLE
É certo que estamos num período complicado, mas é importante que “os direitos humanos não durmam”, não sejam negligenciados. É importante que os direitos humanos para as mulheres, a todos os níveis, continuem a ser assegurados. Não está fora do nosso alcance criar redes de contacto e apoio às vítimas de violência doméstica nessa altura – lembremo-nos que isto pode salvar vidas.
Sector Informal e Covid-19: as mulheres como grupo mais vulnerável
Nessa altura “do campeonato” a maior parte de nós já deve saber que foi decretado Estado de Emergência, no passado dia 27 de Março, como uma das medidas institucionais para conter a cadeia de transmissão da Covid-19. Este vírus atingiu proporções de contágio que ninguém estava à espera, ultrapassou fronteiras e quando “nos caiu a ficha” estávamos todos, um por pouco por todo mundo, a adoptar medidas de isolamento social como uma das principais formas de o conter.
Entretanto, o que a presença deste vírus tem vindo a fazer também é pôr à prova os vários sistemas de saúde de diferentes países pelo mundo. Para o caso do nosso país, a presença deste vírus não só tende a pôr à prova o sistema de saúde como expõe as condições de vulnerabilidade socioeconómicas de uma boa parte da população. E é aqui, nessas condições de vulnerabilidade socioeconómicas, que nos preocupa em particular as condições de muitas mulheres em Angola e a violência que têm sofrido.