A Beleza das Coisas Frágeis, foi publicado em 2013, época em que vários autores e autoras africanas ganharam destaque com publicações aclamadas internacionalmente. Este movimento, em parte é caracterizado por uma literatura que retrata a experiência do africano como imigrante, maioritariamente na Europa e na América. O processo de imigrar por si só já acarreta grandes mudanças, e a experiência pode ser mais complexa do que aparenta ser. Assim, por exemplo, ao contrário de Americanah de Chimamanda Ngozi Adichie, onde conhecemos uma perspectiva individual sobre o processo de imigração, em A Beleza das Coisas Frágeis, Taye Selasi conta-nos esta experiência de forma colectiva, mas com uma narrativa muito introspectiva, de uma família de 6 pessoas.