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Autarquias: qual é a fasquia?

POR ÂUREA MOUZINHO

As autarquias são tanto uma causa feminista quanto a luta contra a violência baseada no género. Advogar para que elas sejam feitas de forma justa e transparente, é também parte de assegurar que os direitos das mulheres sejam respeitados, pois, como sabemos, os direitos são indivisíveis e inalienáveis. 

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As meninas quase da família

POR LEOPOLDINA FEKAYAMÃLE

Normalmente, vai-se buscar essas meninas no interior do país, nos locais a que comummente e de forma preconceituosa chamamos de “mato”. Muitas mulheres, várias vezes, com as justificativas de dar novas oportunidades a essas meninas, como a de estudar, afastam-nas dos pais, trazem-nas para a “cidade”.

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Sobre mulheres e crocodilos

POR GRETEL MARÍN

O que aconteceria com uma sociedade se uma grande parte dela tivesse de ser surda, cega e muda para sobreviver?!

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A paz também passa pelo fim da violência contra as mulheres

POR CECÍLIA KITOMBE

A construção da paz social passa também pela criação de espaços e cidades acessíveis para todos e todas com segurança, onde, por exemplo, as mulheres possam aceder aos espaços públicos, erguer as suas vozes sem medo do assédio, retaliação ou estupro, pelo simples facto de serem mulheres; onde o direito à vida, ao respeito e à integridade física não se questionem por constituírem os valores da paz.

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Aline Frazão Aline Frazão

O Livro da Paz da Mulher Angolana

O Livro da Paz não nos conta só a alegria das mulheres por já não terem de ouvir as armas, conta-nos também, de formas explícitas e implícitas, sobre as inúmeras injustiças do ponto de vista político, económico e social que várias mulheres passaram durante as épocas pré-paz e pós-paz. 

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Aline Frazão Aline Frazão

O que aprendi com o Ondjango Feminista

"Eu já era feminista quando me juntei ao Ondjango. Eu já era contra o racismo, contra a exclusão social, contra a xenofobia, a homofobia, a transfobia e até contra o especismo. Também já sabia que todas as injustiças sociais do mundo andam juntas, como se um cordão as unisse em silêncio, sorrateiro e mesquinho. O exercício que me faltava era olhar para mim mesma. E esse exercício é tudo."

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Respeito à vida!

Não poder decidir sobre o próprio corpo implica não poder dizer NÃO a situações que põem em risco a saúde e, em muitos casos, a vida das mulheres. O respeito à vida do qual tanto se fala quando o assunto, por exemplo, é o aborto não serve também para as mães? O nosso respeito à vida precisa prever e criar contextos nos quais as mulheres tenham liberdade e autonomia sobre si mesmas e possam tomar as decisões que forem necessárias para se auto preservarem física e emocionalmente, sem pressões externas.  

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"Sou pelos direitos das mulheres mas não sou feminista"

Percebo que há uma ideia distorcida e generalizada sobre o que é ser feminista. Parece-me que não há objectividade na reflexão em torno da frase "“sou pelos direitos das mulheres, mas não sou feminista”, que possibilite diálogos construtivos com vista a reforçar a compreensão da ideologia feminista no nosso contexto.

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