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Não questionem vítimas: questionem os agressores, questionem o patriarcado!
POR LEOPOLDINA FEKAYAMÃLE
Não são as vítimas, meninas e mulheres, que têm de ser cobradas, questionadas e postas em dúvida por causa do agressor. São os agressores que têm de ser responsabilizados. É o sistema de dominação masculina que tem de acabar e dar lugar à equidade. Questionar as vítimas é contribuir para legitimar o opressor e isto não acaba com a violência.
Passo a passo, talvez, cheguemos lá.
POR PAULA SEBASTIÃO
A realidade sócio económica da comunidade LGBTIQ em Angola ainda é uma das mais desafiantes. Quaisquer políticas que abordem questões como orientação sexual e identidade de género ainda são inexistentes no país. O acesso ao emprego e à saúde, o estigma e discriminação ainda são uma luta diária para os indivíduos LGBTIQ.
Eu queria viver num mundo onde o feminismo não existisse…
POR LEOPOLDINA FEKAYAMÃLE
Sim, o título deste texto é mesmo algo que me passou pela cabeça. E sim, sou feminista, mas às vezes quando ouço pessoas que se opõem ao feminismo dizerem que este não devia existir eu penso “quem dera que vocês tivessem razão”.
Seguiremos em marcha até que todas sejamos livres!
POR LEOPOLDINA FEKAYAMÃLE
Toda a jornada de activismo social em prol de uma causa, não importa qual seja, muitas vezes requer das pessoas que se propõem a passar por ela, retirar do seu tempo e espaço para dedicar atenção em largos momentos da sua vida à causa que defendem. O processo de constante consciencialização na jornada de activismo é um dos mais importantes pois, citando a feminista e filósofa Djamila Ribeiro, “ninguém pode querer legitimidade para falar sobre o que ignora e desconhece”.
Parem de Matar as Mulheres
POR LEOPOLDINA FEKAYAMÃLE
Não podemos continuar a invisibilizar a violência contra as mulheres com discursos de que “toda a violência importa” ou “homens também são violentados” ou ainda “mulheres estão a se fazer de vitimas”. Mulheres têm sofrido por longos períodos de tempo por conta dessa invisibilização e justificação de que seus corpos podem ser feridos, maltratados, violentados e mortos. Tudo porque são vistas como sujeitos secundários que devem ser dominados. Chega!
Sim, um lugar à mesa, por favor.
POR PAULA SEBASTIÃO
Essa vivência solidária que nos obriga a pensar nas nossas diferenças é um exercício que começa com uma análise de quem deixamos ocupar esse espaço, como ocupamos esse espaço e como nos comunicamos nele. Se no espaço feminista deixarmos entrar todxs as mulheres, se na nossa agenda incluirmos, de facto, assuntos de todxs as mulheres e se realmente dermos voz a todxs as mulheres, talvez tenhamos hipótese de caminhar em direcção a um espaço de solidariedade real.
Aqui estamos nós manas!
POR ISABEL GAVIÃO
Aqui estamos nós manas.
Entre o aroma e o sabor doce de um chá de caxinde;
Entre a nebulosa linha de um fumo de cigarro;
Entre gargalhadas sonoras e pujantes;
Entre canções que energizam os nossos corpos;
Entre conversas que aceleram os nossos corações,
E debates que provocam clics na nossa mente;
Aqui estamos nós manas.
A geração recente de feministas angolanas: afirmação, legado e desafios
POR CECÍLIA QUITOMBE
Estamos perante uma geração de feministas que são desafiadas diariamente com o enfrentamento do machismo, muitas vezes reproduzido pela família, colegas da escola, amigos de infância, colegas de trabalho, e outros grupos próximos. Mas esta geração, sabe bem o que quer, reconhece bem as artimanhas do sistema, por isso, cria consensos quando possível e desliga-se quando necessário.